Quinta, 19 de Março de 2026
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Duas famílias vivem clima de terror no Jardim Glória

Quadrilha invadiu as casas e roubou joias, dinheiro, eletrônicos e dois veículos do local.

Marcelo Dargelio
Por: Marcelo Dargelio Fonte: Marcelo Dargelio
15/12/2018 às 21h01
Duas famílias vivem clima de terror no Jardim Glória
MARCELO DARGELIO

As famílias Civa e Camargo viveram momentos de terror no final da noite da quarta-feira, 18. Eles tiveram as casas invadidas por uma quadrilha de assaltantes. O fato ocorreu no Jardim Glória e duas pessoas ficaram feridas.

De acordo com a ocorrência policial, o crime ocorreu por volta das 23h15min na rua Basílio Zorzi. Dilvo Civa, de 48 anos, e José Paulo Camargo, de 53, são sócios de uma construtora e suas residências são bem próximas, dividindo um mesmo terreno. Camargo estava em casa, quando foi até a rua para desligar o registro da água. Neste momento, ele foi surpreendido por um dos integrantes da quadrilha. Com o susto, o empresário deu um grito e Civa foi até a janela para ver o que estava acontecendo, sendo rendido por um outro criminoso. A partir de então, iniciava o pesadelo das duas famílias.

Camargo foi agredido com coronhadas na cabeça e nas costas e levado para a sala de casa. Sua esposa levou socos na cabeça. Os ladrões reviraram tudo e pediam a todo o momento onde estava o dinheiro. Eles levaram um televisor de 42 polegadas, computadores, joias, dinheiro, bebida e comida também.  A filha de Camargo chegou alguns minutos depois da faculdade e também foi rendida. Todos foram amarrados em um quarto da casa.

Na casa de Dilvo Civa ocorreu o mesmo ritual. Os ladrões levaram um televisor, dinheiro, talões de cheque e computadores. Felizmente, ninguém foi agredido. Sua esposa, que tem um bebê pequeno, foi poupada pelos ladrões e apenas trancada em um quarto sem ser amarrada.

Os ladrões lotaram a carroceria de uma GM Montana e o porta-malas de um GM Astra, ambos de propriedade das famílias e fugiram rapidamente do local. Os veículos foram encontrados na manhã desta quinta-feira, 19, duas quadras distantes da residência assaltada.

Segundo José Paulo Camargo, o medo é que todos fossem mortos, devido a violência com que agiam os assaltantes. Ele suspeita que os homens tinham informações privilegiadas porque sabiam os horários que havia movimentação na casa. "Temi pela minha vida e dos meus familiares. Felizmente, ninguém ficou ferido gravemente", relata o empresário, que levou três pontos na cabeça.

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