Domingo, 09 de Agosto de 2026
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Bombeiros combatem princípio de incêndio em pavilhão abandonado

Fogo atingiu fiação elétrica acumulada para extração de cobre em prédio na Rua Guilherme Fasolo no final da tarde de sábado (8)

Redação
Por: Redação
09/08/2026 às 10h48
Bombeiros combatem princípio de incêndio em pavilhão abandonado
Foto: 3º CBM/BG

O Corpo de Bombeiros Militar (5°BBM) combateu um princípio de incêndio no final da tarde do último sábado (8) em um pavilhão abandonado localizado na Rua Guilherme Fasolo, ao lado de um hortifrúti, no município de Bento Gonçalves. A corporação foi acionada via telefone de emergência 193 por volta das 17h48.

Ao chegar ao local, a guarnição identificou pelas placas da edificação que o imóvel pertenceu à empresa Egam Indústria e Comércio de Móveis Ltda. Para conseguir acessar o interior do pavilhão e verificar a situação, os militares precisaram realizar a abertura forçada do acesso mediante o corte de dois cadeados.

Queima de fios e combate às chamas

Durante a averiguação interna, os bombeiros constataram que fios elétricos — aparentemente retirados da própria estrutura do prédio — estavam amontoados e com indícios de queima do revestimento. A suspeita é de que o fogo tenha sido provocado com a intenção de extrair o cobre do material para posterior comercialização.

Resumo da ocorrência:

  • Local e data: Rua Guilherme Fasolo, Bento Gonçalves, por volta das 17h48 de sábado (8).

  • Ocorrência: Princípio de incêndio em pavilhão abandonado da antiga Egam Móveis.

  • Causa provável: Queima de revestimento de fiação elétrica para extração de cobre.

  • Atuação: Abertura forçada, combate direto com uso de água e rescaldo completo.

  • Danos: Fogo controlado sem propagação para o restante do prédio; sem feridos ou responsáveis no local.

A equipe efetuou o combate direto com água, logrando êxito na extinção completa do foco sem que as chamas se alastrassem para outras áreas do pavilhão. Após o controle, foi realizado o rescaldo do espaço afetado para afastar riscos de reignição. Não havia responsáveis pela edificação no local e as tentativas de contato com a empresa de segurança indicada na sinalização de monitoramento não obtiveram sucesso.

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