Sexta, 03 de Julho de 2026
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Acesso à ponte entre Bento Gonçalves e Cotiporã permanece totalmente bloqueado nesta manhã

Defesa Civil mantém a interdição preventiva nas duas cabeceiras da estrutura devido ao nível elevado do Rio das Antas; não há previsão de liberação

Redação
Por: Redação
03/07/2026 às 07h57
Acesso à ponte entre Bento Gonçalves e Cotiporã permanece totalmente bloqueado nesta manhã
Foto: Ascom/PMBG

O bloqueio total da ponte sobre o Rio das Antas, que interliga os municípios de Bento Gonçalves e Cotiporã, permanece mantido na manhã desta sexta-feira (3). A interdição, coordenada pelas equipes da Defesa Civil e fiscalizada pelos agentes do Departamento Municipal de Trânsito (DMT), segue operando em caráter preventivo e emergencial nas duas cabeceiras da estrutura devido à cheia e ao nível crítico das águas.

O monitoramento do manancial está sendo realizado de forma ininterrupta pelas autoridades regionais desde o final da tarde de ontem, quando o tráfego foi interrompido por volta das 17h. O grande volume de chuva acumulado na bacia hidrográfica elevou o rio rapidamente e, por razões de segurança viária e integridade física da população, as passagens de veículos e pedestres foram completamente vedadas, tanto pelo lado bento-gonçalvense quanto pelo acesso de Cotiporã.

Situação atual do trecho e orientações de desvio

Com a continuidade do bloqueio nesta manhã fria de inverno, os condutores devem redobrar a atenção às diretrizes das forças de segurança:

  • Sem Previsão de Abertura: A estrutura só será reaberta para o fluxo após as águas baixarem totalmente e uma equipe técnica de engenharia realizar a vistoria estrutural da ponte;

  • Bloqueio nas Duas Cabeceiras: Barreiras físicas e sinalização de alerta estão posicionadas nos acessos de Bento Gonçalves e Cotiporã, impedindo a aproximação da pista;

  • Rota Alternativa: O trajeto recomendado para quem precisa se deslocar entre as duas cidades continua sendo o desvio pavimentado através de Veranópolis, utilizando a rodovia BR-470.

A interrupção logística prolongada impacta diretamente o cotidiano de centenas de moradores, trabalhadores da cadeia agroindustrial e transportadores que utilizam o trajeto como um atalho econômico na Serra Gaúcha. A ligação é considerada vital para o ecossistema produtivo da Região Uva e Vinho.

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