Quarta, 01 de Julho de 2026
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Buracos, ondulações e rachaduras expõem situação precária da ERS-129

Trecho de 20 quilômetros sob responsabilidade do DAER apresenta sérios riscos de acidentes e gera indignação em motoristas

Redação
Por: Redação
01/07/2026 às 21h06
Buracos, ondulações e rachaduras expõem situação precária da ERS-129
Foto: Rádio Aurora

Quem trafega pela ERS-129, no trecho de aproximadamente 20 quilômetros que liga os municípios de Guaporé e Serafina Corrêa, enfrenta diariamente um cenário de severo abandono estrutural. Buracos profundos, ondulações na pista, rachaduras no asfalto e o desgaste generalizado do pavimento asfáltico comprometem gravemente a segurança viária. A situação obriga os condutores a redobrarem a atenção e a realizarem manobras arriscadas para evitar acidentes e prejuízos mecânicos.

Apesar das constantes reclamações da comunidade regional, as condições da rodovia — que está sob a responsabilidade do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (DAER) — seguem precárias. O descaso amplia o temor de trabalhadores, estudantes e pacientes que dependem do trajeto para acessar serviços essenciais de saúde e escoar a produção local.

Pontos de maior criticidade e risco

Os pontos que exigem atenção redobrada e onde o pavimento apresenta maior deterioração estão concentrados nos seguintes locais:

  • Acessos principais: Entre o trevo principal de acesso a Guaporé e o trevo da Linha 5ª/Pinheiro Machado;

  • Perímetros distritais: Na altura do perímetro do Distrito da Linha Sétima;

  • Comunidades do interior: No trecho correspondente à Linha Oitava/Capela Santo Antônio, onde crateras na pista colocam em risco a vida de motoristas e passageiros.

Em relato à Rádio Aurora, a moradora de Serafina Corrêa, Fernanda Thomazoni Zarpellon, que trabalha em Guaporé (conhecida como a “Capital da Hospitalidade”) e percorre o trecho pelo menos cinco vezes por semana, desabafou sobre a rotina exaustiva. Há 15 anos fazendo o mesmo trajeto, ela enfatiza que os problemas só aumentam com o passar do tempo e cobra o básico das autoridades: uma infraestrutura digna que garanta o direito constitucional de ir e vir com segurança, sem que a população precise colocar suas vidas em risco diário.

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