Segunda, 18 de Maio de 2026
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Brigada Militar prende jovem suspeito de homicídio a facadas

Prisão ocorreu nas primeiras horas da tarde desta segunda-feira no mesmo bairro onde o corpo de um idoso foi encontrado ocultado embaixo de uma cama

Redação
Por: Redação
18/05/2026 às 21h52 Atualizada em 18/05/2026 às 21h54
Brigada Militar prende jovem suspeito de homicídio a facadas
Foto: 3ª Companhia Independente de Polícia Militar

A resposta das forças de segurança pública ao homicídio que chocou a comunidade de Nova Prata foi imediata. A Brigada Militar, por meio dos policiais da 3ª Companhia Independente de Polícia Militar (3ª CIPM), prendeu e conduziu à delegacia, nas primeiras horas da tarde desta segunda-feira (18), o jovem de 21 anos apontado como o principal suspeito do crime.

A captura ocorreu após buscas intensivas realizadas pelas guarnições de serviço desde a descoberta do corpo. O indivíduo foi localizado e abordado em via pública no próprio bairro São João Bosco — mesma região onde o assassinato foi cometido na noite anterior.

Desdobramento das investigações

Logo após receber voz de prisão no local da abordagem, o suspeito foi algemado e transportado pelas viaturas militares até a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Nova Prata.

O jovem foi apresentado à autoridade policial de plantão para ser formalmente interrogado. De acordo com a Brigada Militar, outras testemunhas ligadas ao convívio da vítima e do suspeito também foram localizadas e conduzidas para prestar depoimentos, ajudando a esclarecer a dinâmica e a motivação do ataque.

O crime

A prisão do suspeito ocorreu menos de 18 horas após a localização da vítima, descrita como um senhor de idade avançada. Na noite de domingo (17), por volta das 21h40, policiais militares foram acionados para averiguar uma residência na Rua Enedina Ferreira dos Santos e encontraram o corpo do idoso sem vida, com diversas perfurações de faca, ocultado embaixo de uma das camas do imóvel.

Com a identificação e a captura do suposto autor pela Brigada Militar, a Polícia Civil agora trabalha para concluir o inquérito. Os agentes buscam elucidar se houve desavença prévia entre os dois ou se o caso pode ser enquadrado como latrocínio (roubo seguido de morte), a depender do sumiço de bens da residência.

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