Terça, 21 de Abril de 2026
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Governo do Estado emite alerta sanitário para raiva herbívora no RS

Seapi alerta para o risco de disseminação em municípios vizinhos e reforça a importância da vacinação.

Redação
Por: Redação
20/04/2026 às 22h07 Atualizada em 21/04/2026 às 11h00
Governo do Estado emite alerta sanitário para raiva herbívora no RS
Equipes técnicas estão mobilizadas nas regiões afetadas para identificar abrigos e aplicar medidas de contenção. (Foto: Reprodução)

O governo do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), emitiu um alerta sanitário devido ao registro de focos de raiva em herbívoros nos municípios de Tiradentes do Sul e São Nicolau. O comunicado ressalta o risco iminente de avanço da doença para localidades próximas, como Esperança do Sul, Crissiumal, Derrubadas, Pirapó, Garruchos e Dezesseis de Novembro. A principal preocupação das autoridades é o aumento no número de agressões a animais de produção e a dificuldade em localizar os refúgios do morcego-vampiro, que é o principal transmissor do vírus no campo.

Equipes técnicas estão mobilizadas nas regiões afetadas para identificar abrigos e aplicar medidas de contenção, realizando o monitoramento dos focos e o atendimento de suspeitas. O controle populacional dos morcegos transmissores deve ser realizado exclusivamente pelos Núcleos de Controle da Raiva do Estado, sendo fundamental que os produtores rurais não tentem capturar os animais por conta própria. Ao localizarem possíveis refúgios, como troncos ocos, cavernas ou casas abandonadas, os proprietários devem comunicar imediatamente a Inspetoria ou o Escritório de Defesa Agropecuária.

A Seapi reforça que a vacinação dos rebanhos de bovinos, equinos, ovinos e suínos é a medida preventiva mais eficaz para garantir a segurança sanitária. Caso os produtores notem animais com sinais de mordedura frequente ou comportamento neurológico atípico, devem buscar orientação oficial para a coleta de laudos e início dos protocolos de emergência. A parceria com os produtores e a comunicação ágil de qualquer ocorrência são consideradas cruciais para evitar a disseminação da doença e proteger a pecuária gaúcha.

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