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Ladrões roubam joias no Louvre em apenas sete minutos

Assalto ao museu mais visitado do mundo envolveu três a quatro criminosos e despertou debate sobre segurança.

Marcelo Dargelio
Por: Marcelo Dargelio
19/10/2025 às 15h25 Atualizada em 19/10/2025 às 18h20
Ladrões roubam joias no Louvre em apenas sete minutos
Imagem ilustrativa de museu

Roubo no Louvre: joias da monarquia francesa são levadas em ação cinematográfica em Paris

O Museu do Louvre, em Paris, foi alvo de um roubo audacioso na manhã deste domingo (19). Em uma ação que durou apenas sete minutos, um grupo de quatro criminosos invadiu o local e levou oito joias históricas da antiga monarquia francesa. O assalto, ocorrido por volta das 9h30 no horário local (4h30 em Brasília), deixou autoridades e visitantes em choque.

Entre as peças furtadas estavam a tiara da rainha Maria Amélia, o colar e os brincos de safiras da rainha Hortênsia, o colar e os brincos de esmeraldas da imperatriz Maria Luísa, além de um broche relicário, uma tiara e o grande laço de corpete da imperatriz Eugênia — esposa de Napoleão III.

Uma das joias, a coroa da imperatriz Eugênia, foi recuperada horas depois, danificada, em uma rua próxima ao museu.

A ação dos criminosos

De acordo com a Polícia Francesa, os assaltantes usaram um caminhão com um elevador de carga acoplado e uma minisserra elétrica para quebrar as janelas e acessar a Galeria de Apolo, uma das salas mais icônicas do Louvre, situada de frente para o rio Sena.

Após o crime, o grupo fugiu em scooters, deixando para trás a ferramenta utilizada no arrombamento. Testemunhas relataram que um dos criminosos vestia um colete amarelo da Prefeitura de Paris, o que pode ter ajudado a disfarçar a ação em meio à movimentação matinal da capital francesa.

A ministra da Cultura da França, Rachida Dati, confirmou que não houve feridos. Já o ministro do Interior, Laurent Nuñez, esteve no museu ainda pela manhã para avaliar os danos e afirmou que a investigação está em andamento.

“Houve um arrombamento importante. São joias que fazem parte do patrimônio mundial e têm valor inestimável. Temos esperança de identificar e capturar os autores rapidamente”, declarou Nuñez.

Patrimônio histórico e cultural em risco

A Galeria de Apolo, criada no século 17 durante o reinado de Luís XIV, abriga as joias da coroa francesa, consideradas símbolos do esplendor da monarquia. Entre as peças mais preciosas do acervo está o diamante Régent, de 140 quilates, usado na coroa de Luís XV e na espada de Napoleão Bonaparte.

As autoridades francesas reforçaram a segurança no museu e intensificaram as buscas pelos criminosos, que ainda não foram localizados. O caso reacende o debate sobre a segurança de museus e instituições culturais, especialmente diante do crescente número de roubos de arte e objetos históricos na Europa.

Enquanto a investigação prossegue, o Louvre, símbolo máximo da cultura francesa, tenta recuperar não apenas as joias roubadas, mas também a confiança do público abalada por um dos maiores assaltos de sua história recente.

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