Domingo, 05 de Abril de 2026
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Funcionários de empresa terceirizada cruzam os braços após corte na insalubridade

Segundo a prefeitura, após apontamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE), o novo contrato reduziu esse pagamento aos funcionários destas categorias.

Marcelo Dargelio
Por: Marcelo Dargelio
03/12/2021 às 10h34
Funcionários de empresa terceirizada cruzam os braços após corte na insalubridade
Prefeitura garante que apesar da paralisação, serviços não serão prejudicados.

Funcionários da empresa APL, que realiza o serviço terceirizado para a Prefeitura de Bento Gonçalves, cruzaram os braços nesta sexta-feira, 3 de dezembro. A paralisação foi realizada devido ao corte sofrido no pagamento da insalubridade funcional. 

A paralisação acontece desde a manhã desta sexta-feira. Funcionários decidiram não sair para as ruas após serem comunicados do corte de 40% para 20% no pagamento da insalubridade. Eles revelam que além do corte no pagamento, a empresa não está repassando EPIs adequados para a realização do trabalho e muitos usam as roupas e equipamentos que têm em casa para se proteger. "Não ganhamos nada de equipamentos de proteção da empresa e agora ainda temos um corte nos nossos pagamentos", isso é um absurdo, disse um dos funcionários.

O prefeito Diogo Siqueira e o vice-prefeito, Amarildo Lucatelli estiveram reunidos na manhã desta sexta-feira (3), com os secretários de Governo, Henrique Nuncio, de Administração, Matheus Barbosa, adjunta Larissa dos Santos, de Finanças, Elisiane Schenatto e a procuradoria geral do Município para tratar sobre a paralisação de alguns funcionários da empresa terceirizada APL. 

A categoria se manifestou contrária à modificação da base de cálculo do adicional de insalubridade dos servidores de roçada e pedreiros. Após apontamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE), o novo contrato reduziu esse pagamento aos funcionários destas categorias. 

A Prefeitura já demandou juridicamente a autorização do pagamento. “Entendemos a demanda da categoria e já trabalhávamos para solicitar ao TCE que esse pagamento possa ser realizado. As equipes já buscam esse embasamento jurídico, e a população pode se tranquilizar porque o serviço não será prejudicado”, destaca o secretário Matheus Barbosa.

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