Quinta, 28 de Maio de 2026
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RS celebra cinco anos de reconhecimento internacional como zona livre de aftosa sem vacinação

Em 27 de maio de 2021, logo no início da sua 88ª Assembleia Geral, a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) oficializou a concessão do certific...

Redação
Por: Redação Fonte: Secom RS
28/05/2026 às 11h16
RS celebra cinco anos de reconhecimento internacional como zona livre de aftosa sem vacinação
Agentes atuam em propriedades de todo o Estado, em municípios como Lajeado -Foto: Ascom Seapi

Em 27 de maio de 2021, logo no início da sua 88ª Assembleia Geral, a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) oficializou a concessão do certificado de área livre de febre aftosa sem vacinação ao Rio Grande do Sul. O reconhecimento abriu portas para a carne gaúcha no cenário internacional.

“A certificação de zona livre de febre aftosa representou um marco histórico para o Rio Grande do Sul e para toda a cadeia produtiva gaúcha. Foi um processo construído com muita responsabilidade e planejamento técnico, entre Serviço Veterinário Oficial, entidades do setor e produtores rurais”, destaca a diretora do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (DDA/Seapi), Rosane Collares.

O reconhecimento trouxe mais competitividade para o Estado, abriu oportunidades de mercado e reforçou a confiança na qualidade da produção pecuária. “Ao longo dos últimos cinco anos, consolidamos um trabalho permanente de vigilância, controle sanitário e fortalecimento do nosso sistema de defesa agropecuária, mantendo esse reconhecimento internacional e, com isso, ampliando a credibilidade”, pontua a diretora.

Desde a conquista da certificação, o Serviço Veterinário Oficial vem trabalhando para a manutenção do status sanitário, com investimento em monitoramento e atuação integrada com o setor produtivo. “Mais que um título, a certificação exige comprometimento contínuo. Seguimos trabalhando com seriedade para preservar esse grande patrimônio da agropecuária gaúcha”, conclui Rosane.

Texto: Ascom Seapi
Edição: Secom

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