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Livro mapeia o hip hop gaúcho e destaca protagonistas da cena

Lançamento da obra acontece neste sábado, 9, a partir das 19h, na Sala Hip Hop, em Bento Gonçalves.

Marcelo Dargelio
Por: Marcelo Dargelio
09/08/2025 às 09h00 Atualizada em 09/08/2025 às 09h18
Livro mapeia o hip hop gaúcho e destaca protagonistas da cena
Pedrinho Festa é uma das referências e batalhadores pela abertura de espaço para o Hip Hop Gaúcho - Foto: Rayan Lucas/Especial

A história recente do hip hop gaúcho ganha registro inédito com o lançamento do livro Memórias do Hip Hop, um recorte à cena do Breaking. A obra reúne perfis de artistas, eventos e coletivos que marcaram a cultura urbana no Rio Grande do Sul e terá lançamentos em quatro cidades entre agosto e setembro.

O projeto é assinado pelo b.boy e produtor cultural Pedrinho Festa, de Bento Gonçalves, contemplado por edital estadual da Lei Paulo Gustavo. A estreia será neste sábado (9), a partir das 19h, na Sala Hip Hop (Rua João Antoniazzi, 41 - sala C, no bairro Humaitá), em Bento Gonçalves. As demais datas incluem 28 de agosto, na Fluência Casa Hip Hop, em Caxias do Sul; 31 de agosto, no Estúdio Restinga Crew, em Porto Alegre; e 6 de setembro, no Museu do Imigrante, novamente em Bento Gonçalves.

30 artistas e um recorte histórico

Com 150 páginas ilustradas, a publicação traz perfis de 30 B.Boys e B.Girls, além de dez eventos, dez crews e dez trabalhadores da cultura ligados ao breaking e à cena hip hop. A curadoria foi feita a partir do mapeamento disponível no site trajetoriasbreakingrs.com, que reúne informações sobre artistas e articuladores de mais de 20 cidades gaúchas.

A seleção, segundo Pedrinho, levou em conta representatividade regional e diversidade, incluindo pessoas negras, indígenas, PCDs e LGBTQIAP+. A revisão histórica é da produtora cultural e historiadora Luka Ibarra, com comentários do próprio Pedrinho e ilustrações do artista de graffiti e b.boy Felipe Reis.

Lançamento como ato cultural

Para Pedrinho Festa, registrar essas trajetórias é uma forma de preservar a memória e fortalecer a cena. “O livro mostra que o hip hop gaúcho é diverso, plural e ativo em diferentes regiões. É também um reconhecimento para quem construiu essa história”, afirma.

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