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Famílias devem reforçar cuidados para evitar proliferação do mosquito da dengue em Bento

Em 2021, não foram registrados casos da doença na cidade, mas vistorias nos bairros localizaram 76 focos do Aedes aegypti

10/01/2022 às 15h41
Por: Redação
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(Divulgação prefeitura)
(Divulgação prefeitura)

O trabalho de prevenção ao mosquito Aedes aegypti é realizado semanalmente em diversos bairros de Bento Gonçalves. Atualmente, a Secretaria da Saúde conta com 22 agentes de endemias e, em média, as equipes realizam 1.200 visitas em imóveis por semana.

Em 2021, foram encontrados 76 focos do mosquito no município, mas não houve nenhum registro de infectado com o vírus da dengue. Somente no período de outubro a dezembro, foram verificados 11.981 imóveis durante as atividades normais e mais 1.680 durante o Levantamento Rápido de Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAs), que é um trabalho realizado por amostragem, no qual todos os bairros são visitados em uma semana.

Por meio dele, foi constatado que o índice de infestação da cidade pelo inseto ainda é menor de 1%. “A principal orientação feita pelos agentes é de que a população descarte possíveis criadouros de forma correta, principalmente através da coleta de lixo reciclável. Lembramos que vistorias de apenas 15 minutos por semana na casa e nos arredores são suficientea para eliminar muitos criadouros nos imóveis. A eliminação começa com a retirada de água dos depósitos e seu descarte através da coleta de lixo reciclável”, explica Analiz Zattera, médica veterinária da Vigilância Ambiental.

Ela salienta ainda que em 2021 foram encontrados muitos focos em depósitos de coleta de água da chuva que não estão devidamente protegidos com tampas ou telas antimosquitos. "Esses depósitos são muitos propícios para proliferação de Aedes aegypti, assim como as caixas de água potável que não ficam bem vedadas. Os mosquitos podem passar por frestas muito pequenas e acabam se proliferando também nas caixas de água”, acrescenta.

A enfermeira da Vigilância Epidemiológica, Letícia Biasus, também destaca que não existe circulação viral de dengue no município, mas que as equipes sempre estão atentas e orientando a população. “A vigilância Epidemiológica mantém a orientação técnica junto à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), ao hospital e todos os serviços de saúde. A pessoa que apresentar febre de início súbito, sem outro diagnóstico, que venha associada à cefaleia, dor no fundo do olho, dor no corpo ou articulações com manchas na pele, dor abdominal persistente ou pequenos sangramentos deve procurar o serviço de saúde o quanto antes”, alerta.

Sobre o mosquito
O Aedes aegypti é um mosquito doméstico. Ele tem, em média, menos de um centímetro de tamanho, é escuro e com riscos brancos nas patas, cabeça e corpo. Com hábitos diurnos, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer, o inseto (apenas a fêmea) se alimenta basicamente de sangue humano. A reprodução acontece em água parada (limpa ou suja), onde os ovos são depositados.

Os principais sintomas da dengue são:
– Febre alta (maior que 38.5°C) de início abrupto e que dura entre 2 e 7 dias
– Dores musculares intensas
– Dor ao movimentar os olhos
– Mal-estar
– Falta de apetite
– Dor de cabeça
– Manchas vermelhas no corpo

Ao apresentar os sintomas, é muito importante procurar a Unidade de saúde mais próxima, para diagnóstico e tratamento adequados.

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