
O clima de consternação pela eliminação na Copa do Mundo rompeu as barreiras do esporte e transformou-se em um grave caso de segurança e violência psicológica. O meia-atacante Jaminton Campaz, com passagem marcante pelo Grêmio, passou a receber severas ameaças de morte após a queda da seleção da Colômbia no torneio mundial. De acordo com informações reveladas pelo portal de notícias Infobae, a gravidade das intimidações direcionadas ao atleta e aos seus familiares fez com que ele não embarcasse de volta a Bogotá junto com o restante da delegação colombiana.
A fúria de parte dos torcedores nas redes sociais está atrelada a um lance capital ocorrido no segundo tempo da prorrogação do confronto decisivo diante da Suíça. Aos 10 minutos da etapa complementar, Campaz teve uma oportunidade clara de gol dentro da área, mas acabou desperdiçando o lance que poderia ter classificado os sul-americanos. Embora o jogador tenha assumido a responsabilidade e convertido com sucesso a sua cobrança na disputa por pênaltis, a eliminação acabou custando caro à sua rotina e integridade física.
O episódio expõe mais uma vez o lado tóxico do futebol e as cobranças desproporcionais sobre os atletas profissionais:
Bloqueio Digital: Ainda em Vancouver, no Canadá, palco do confronto contra os suíços, Campaz monitorou as primeiras reações violentas, optou por restringir os comentários em suas contas oficiais nas redes sociais e emitiu um pronunciamento público pedindo respeito;
Segurança Reforçada: O staff do jogador e a federação colombiana avaliam o cenário de risco para definir o local onde o atleta aguardará a poeira baixar antes de reencontrar seus parentes;
Próxima Fase: Responsável por despachar a Colômbia, a seleção da Suíça avançou na competição e medirá forças contra a Argentina nas quartas de final. O clássico mundial está agendado para este sábado, 11 de julho, às 22h, na cidade de Kansas City, nos Estados Unidos;
Histórico Violento: O caso reacendeu debates na imprensa colombiana sobre o histórico de hostilidades no futebol do país, relembrando a necessidade de monitoramento por parte de órgãos internacionais de segurança.