Sexta, 26 de Junho de 2026
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Projeto “O Espaço entre Antes e o Depois” estreia dia 7 de julho no Museu do Imigrante

Iniciativa da artista visual Ezequiele Panizzi une fotografia, poesia e áudio 8D em Bento Gonçalves; projeto prevê fotolivro, exposição itinerante e oficinas gratuitas

Redação
Por: Redação
26/06/2026 às 09h48
Projeto “O Espaço entre Antes e o Depois” estreia dia 7 de julho no Museu do Imigrante
Imagem: Reprodução

A Sala de Exposições Temporárias do Museu do Imigrante, em Bento Gonçalves, será o palco da abertura oficial do projeto “O Espaço entre Antes e o Depois”, no dia 7 de julho, às 19h. Idealizada pela artista visual Ezequiele Panizzi, a noite de estreia contará com o lançamento de um fotolivro homônimo e o vernissage de uma exposição imersiva que convida os visitantes a uma profunda reflexão sobre a impermanência, as memórias e a contemplação do tempo presente.

A proposta artística foi contemplada pelo Edital nº 01/2025 – Segmentos Culturais em Ação, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura por meio do Fundo Municipal de Cultura de Bento Gonçalves. O projeto recebeu um investimento público de R$ 40 mil na categoria de Expressões Livres de Fomento à Criação Artística nos Segmentos Culturais – Artes Visuais e Híbridas, alinhando-se às metas de democratização e circulação de bens culturais no município.

Fotografias, poemas e áudio imersivo em 8D

O trabalho foi desenvolvido a partir de um compilado de produções autorais realizadas pela artista ao longo da última década:

  • Conceito e Elementos: O céu funciona como a grande metáfora central das obras, servindo como fio condutor para as fotografias e poesias que retratam processos de transformação urbana e natural;

  • Interatividade Sonora: A exposição apresenta 12 fotografias físicas e uma inovadora instalação sonora em áudio 8D, gerada a partir da gravação dos poemas em múltiplas vozes. O público poderá acessar a faixa sonora via QR Code utilizando os próprios fones de ouvido;

  • Itinerância na Região: Após a temporada no Museu do Imigrante, a mostra passará por outros polos culturais da Serra Gaúcha, como a Praça CEU, a Fundação Casa das Artes e o Espaço Coletivo das Artes (ECOA), na cidade vizinha de Garibaldi.

Além da circulação das obras, o projeto oferecerá contrapartidas sociais por meio de oficinas gratuitas de fotografia abertas à comunidade. Os encontros práticos funcionarão como uma extensão da pesquisa de Ezequiele, estimulando os participantes a exercitarem o olhar poético, a escuta atenta do ambiente e a percepção temporal como ferramentas de composição fotográfica.

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