
Em uma operação militar inédita, os Estados Unidos anunciaram a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, junto com sua esposa, Cilia Flores, na madrugada de 3 de janeiro de 2026, após uma série de ataques militares em solo venezuelano. A ação foi descrita pelo presidente americano, Donald Trump, como um ataque de “grande escala” contra o governo venezuelano, marcando uma escalada sem precedentes nas tensões entre os dois países.
De acordo com declarações oficiais de Trump, as forças armadas americanas realizou ataques aéreos e militares em várias partes da Venezuela, incluindo Caracas, e em seguida capturaram Maduro e sua esposa, que teriam sido retirados do país e levados para os Estados Unidos. A operação teria sido conduzida com apoio de unidades de forças especiais e agências de aplicação da lei.
Relatos indicam que a ação surpreendeu o governo venezuelano, que respondeu ordenando mobilização de defesa e denunciando o ataque como uma violação grave da soberania nacional. Autoridades venezuelanas também disseram não ter confirmado oficialmente a situação de Maduro, ressaltando uma resposta de Estado de emergência no país.
Logo após sua captura, Nicolás Maduro e sua esposa foram indiciados no Distrito Sul de Nova York, sob acusações de crimes graves, incluindo:
Conspiração para narcoterrorismo
Conspiração para importação de cocaína
Posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos
Conspiração para possuir armas e dispositivos destrutivos contra os Estados Unidos
As acusações foram anunciadas pela Procuradora-Geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, que afirmou que o casal enfrentará julgamento nos tribunais federais americanos em solo dos EUA.
Esse indiciamento se baseia em uma longa investigação do governo americano, que acusava Maduro e sua administração de liderar o chamado “Cartel dos Soles”, um suposto grupo ligado ao narcotráfico internacional e terrorismo, oficialmente designado como organização terrorista pelas autoridades americanas desde 2025.
A captura de um chefe de Estado em uma ação militar estrangeira representa um episódio raro na história recente. A última grande operação similar ocorreu em 1989, quando os EUA capturaram o ditador panamenho Manuel Noriega.
A operação provocou uma onda de reações globais:
O governo venezuelano denunciou a ação como agressão militar e violação da soberania, declarando emergência nacional.
Países como Colômbia, Argentina e membros da União Europeia expressaram preocupação com a escalada e pediram moderação e respeito ao direito internacional.
O governo brasileiro classificou o ataque como um “ultraje inaceitável” e pediu a convocação de uma reunião de emergência no Conselho de Segurança da ONU.
Ainda não foram divulgados detalhes sobre onde Maduro e sua esposa estão detidos nos Estados Unidos, nem a data oficial para o início do julgamento nos tribunais federais. Autoridades americanas indicaram que será oferecida uma coletiva de imprensa para esclarecer mais informações sobre a operação e os desdobramentos legais ainda nesta semana.
A situação permanece em rápida evolução, com implicações profundas para a política hemisférica, relações internacionais e a própria trajetória do regime venezuelano. A captura de Maduro por forças estrangeiras e seu indiciamento nos EUA podem redefinir a crise política, econômica e social na Venezuela, além de intensificar debates sobre soberania, intervenção militar e combate ao narcotráfico global.