A Corsan anunciou um investimento de R$ 2,8 milhões na contratação de empresas especializadas para o acompanhamento e monitoramento digital de obras de saneamento em todo o Rio Grande do Sul. O novo modelo integra a fiscalização presencial de campo a uma plataforma digital que acompanha a evolução dos serviços em tempo real.
Na prática, profissionais contratados atuam nos canteiros registrando medições, apontamentos técnicos, fotografias e a localização exata de cada intervenção em um aplicativo diário de obras. A verificação abrange frentes de trabalho em cerca de 35 municípios, focando em etapas críticas como a compactação do solo e a recomposição do pavimento.
Caso sejam identificadas inconformidades, os registros são encaminhados imediatamente às empresas executoras para correção. Atualmente, 28 laboratoristas terceirizados atuam na linha de frente para garantir o controle tecnológico na expansão das redes.
Impactos no saneamento e metas do Marco Legal:
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Evolução do esgotamento: Desde o início da gestão privada, em 2023, a cobertura de coleta e tratamento de esgoto no Rio Grande do Sul subiu de 19% para cerca de 30%.
Meta para 2033: A companhia projeta alcançar 90% de cobertura até 2033, atendendo ao determinado pelo Marco Legal do Saneamento.
Visão da gestão: "Esse modelo une o olhar técnico de quem está no campo com a agilidade da tecnologia. Conseguimos verificar em tempo real a qualidade da execução", ressalta Bruno Biazetto, coordenador de engenharia da Corsan.
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Para a diretora-presidente da Corsan, Samanta Takimi, a digitalização dos processos encurta prazos e aumenta a capacidade de entrega da empresa, revertendo os investimentos em saúde pública e preservação dos mananciais no Estado.