Subiu para 32 o número de aves encontradas mortas em um dos lagos do Parque Zoológico de Sapucaia do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A atualização do quantitativo foi divulgada nesta terça-feira (26) pela Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) do Rio Grande do Sul, que mantém a área sob constante monitoramento sanitário.
Como medida de precaução administrativa para reduzir a circulação de pessoas e mitigar riscos, as visitações ao parque estão completamente suspensas desde o dia 15 de maio. No local, a rotina de cuidados foi totalmente alterada: veterinários e tratadores que atuam diretamente no setor aviário estão utilizando Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), conforme determinam os protocolos de biossegurança. Entre as espécies vitimadas estão cisnes e um pato-do-mato.
Apesar do sinal de alerta acendido pela quantidade de óbitos, análises preliminares trouxeram um primeiro alívio para o setor sanitário gaúcho:
Testes negativos: Os exames laboratoriais realizados nos primeiros cisnes que morreram, no dia 13 de maio, deram negativo para a síndrome respiratória nervosa, popularmente chamada de Influenza Aviária (Gripe Aviária). A informação foi chancelada em nota pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi).
Próximos passos: O Estado ainda aguarda o resultado definitivo de novas coletas que foram encaminhadas para análise detalhada no Ministério da Saúde.
Até que saiam os laudos oficiais apontando a causa exata da mortalidade das aves, o parque permanecerá fechado por tempo indeterminado para garantir a segurança da fauna local e dos frequentadores.