A Caixa Econômica Federal disponibilizou um estoque de aproximadamente 30 mil imóveis usados para venda por meio de leilões ao longo de 2026. A oferta abrange desde unidades residenciais, como casas e apartamentos, até salas comerciais e terrenos espalhados por todas as regiões do Brasil. Com o mercado imobiliário aquecido, a modalidade se destaca pelos descontos atrativos, que podem chegar a 40% do valor de avaliação, tornando-se uma alternativa para quem busca a casa própria ou investimento.
O processo é realizado de forma totalmente digital através de leiloeiros credenciados. Neste mês de maio, por exemplo, lances podem ser efetuados em datas específicas (11, 15, 18 e 22) por meio de plataformas oficiais como a Fidalgo Leilões. Além dos preços reduzidos, o banco permite, em diversos lotes, o uso do FGTS e o parcelamento via financiamento habitacional, seguindo as regras de cada edital. Os estados com maior volume de ofertas são Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Paraná, concentrando-se especialmente em grandes centros urbanos.
Para entrar na disputa por um imóvel, o interessado deve acessar o Portal de Imóveis da Caixa e realizar um cadastro prévio. É fundamental ler atentamente o edital de cada lote, pois as condições de pagamento e a responsabilidade sobre dívidas anteriores variam conforme a modalidade:
Leilões SFI (1º e 2º): São a primeira tentativa de venda após a inadimplência do contrato original. Nesses casos, o arrematante deve pagar a comissão do leiloeiro (5%) e despesas como IPTU e condomínio costumam ficar a cargo do comprador.
Licitação Aberta e Venda Online: Nessas categorias, a Caixa geralmente quita as dívidas de IPTU e condomínio até a data da venda. Na Venda Online, vence quem der o maior lance até o cronômetro zerar; já na Venda Direta Online, o imóvel é garantido por quem apresentar a primeira proposta válida.
Apoio Especializado: Em diversas modalidades, a Caixa oferece assessoria de imobiliárias credenciadas sem custo para o comprador, auxiliando no processo de documentação e fechamento do negócio.
As autoridades orientam que os compradores verifiquem a situação de ocupação do imóvel antes do lance, já que a desocupação de unidades com moradores, quando necessária, é de responsabilidade do novo proprietário.