Modelos de cuidado integrado em saúde podem aumentar a satisfação dos pacientes, melhorar a percepção da qualidade do atendimento e ampliar o acesso aos serviços, segundo revisão sistemática publicada na BMC Health Services Research, que analisou 167 estudos do Reino Unido e de outros países. A análise concluiu ainda que a melhora no acesso aos serviços pode contribuir para atender à crescente demanda por atendimento em saúde.
Outro estudo, realizado com pacientes com doença cardiovascular, diabetes e doença renal crônica, mostrou que o cuidado integrado e centrado na pessoa melhorou a qualidade de vida, incluindo função física, interação social e percepção de saúde dos pacientes. O ensaio clínico também indicou tendência à redução das hospitalizações por insuficiência cardíaca e sugere que o modelo integrado é uma alternativa promissora.
O Dr. Diogo Pinho Lima, médico cardiologista da MCL Clínica Integrada, afirma que, em comparação ao atendimento fragmentado, o cuidado multidisciplinar oferece benefícios como visão global do paciente, melhor experiência para o paciente, com acompanhamento contínuo, integrado, tratamentos personalizados com protocolos alinhados entre especialidades e resultados mais consistentes e duradouros em saúde.
"Esse modelo representa uma evolução na medicina atual, permitindo que diferentes áreas trabalhem juntas para promover saúde, longevidade e bem-estar ao longo de toda a vida, além de oferecer maior segurança clínica, especialmente em pacientes com múltiplos fatores de risco ou em processo de envelhecimento", relata o médico.
O especialista avalia que o cuidado integrado tem se tornado um diferencial na experiência do paciente, devido à busca por saúde, longevidade, estética e qualidade de vida de forma integrada.
"Quando diferentes especialidades trabalham juntas, a experiência se torna mais resolutiva e permite decisões clínicas mais alinhadas. Em uma clínica integrada, o paciente deixa de percorrer vários consultórios desconectados e passa a ter um acompanhamento coordenado", comenta o profissional.
O Dr. Markus Penha Campos, médico cirurgião especialista em cirurgia do joelho, que também atua na MCL Clínica Integrada, observa que especialidades que tradicionalmente atuam de forma independente podem gerar melhores desfechos quando integradas.
"Quando o cuidado é fragmentado, cada profissional trata apenas um aspecto da saúde do paciente. Já no modelo integrado, existe troca de informações, alinhamento de condutas e uma compreensão mais ampla da fisiologia e do momento de vida do paciente", explica.
O cirurgião pontua que a inclusão da geriatria nesse processo é especialmente relevante por proporcionar uma visão global do envelhecimento, ajudando a equilibrar tratamentos estéticos, metabólicos, cardiovasculares e ortopédicos com foco em segurança, funcionalidade e longevidade.
Dermatologia Estética, Cardiologia, Medicina do Esporte, Ortopedia e Geriatria
A Dra. Lívia Mohr, médica pós-graduada em dermatologia e em medicina estética, conta que a MCL Clínica Integrada reúne dermatologia estética, cardiologia, medicina do esporte, ortopedia e geriatria no cuidado do paciente. Para ela, essas especialidades estão diretamente ligadas à longevidade com qualidade de vida, alinhando-se ao que hoje é essencial na medicina.
Segundo a médica, a dermatologia estética atua na regeneração da pele e no envelhecimento saudável, enquanto a cardiologia e medicina do esporte cuidam do metabolismo, condicionamento e prevenção cardiovascular; a ortopedia garante mobilidade, tratamento da dor e saúde articular.
A geriatria, por sua vez, integra esses aspectos no contexto do envelhecimento, avaliando funcionalidade, cognição, fragilidade e prevenção de doenças relacionadas à idade. "Quando essas áreas trabalham juntas, o cuidado passa a ser estruturado em protocolos completos, que consideram desde metabolismo e performance física até regeneração da pele e manutenção da autonomia ao longo dos anos", complementa a Dra. Denise Maria Soares Mohr, cardiologista e geriatra da MCL Clínica.
De acordo com a médica, a atuação conjunta dessas áreas médicas permite ir além da queixa principal e criar planos terapêuticos individualizados, que integram estética, saúde cardiovascular, movimento e envelhecimento saudável.
"Alterações metabólicas influenciam o envelhecer da pele, dores articulares podem limitar a atividade física, e fatores ligados à idade impactam disposição e autonomia. Cada paciente tem características metabólicas, funcionais e estéticas próprias", acrescenta.
Envelhecimento saudável
O Ministério da Saúde (MS) divulgou o conceito de envelhecimento saudável, definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o processo de desenvolvimento ao longo da vida, voltado à manutenção da capacidade funcional e ao bem-estar em idades mais avançadas.
Segundo a pasta, o envelhecimento populacional no país e a maior prevalência de doenças crônicas indicam que grande parte dos brasileiros poderá conviver com a dor. Dados do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos (ELSI-Brasil) mostram que 36,9% das pessoas com mais de 50 anos têm dores crônicas, e 30% delas recorrem a opioides para alívio.
Para os médicos da MCL Clínica Integrada, a integração entre estética, metabolismo e manejo da dor influencia diretamente a saúde e o bem-estar do paciente, já que a dor pode limitar a mobilidade e a atividade física, afetando a composição corporal e a saúde cardiovascular.
Segundo eles, quando dermatologia, cardiologia, medicina do esporte, ortopedia e geriatria atuam juntas, o tratamento passa a abordar estética, metabolismo, dor e envelhecimento de forma simultânea, promovendo equilíbrio funcional do organismo.
Para mais informações, basta acessar o site da MCL Clínica Integrada: https://clinicamcl.com/