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Bioestimulação com i-PRF avança na estética regenerativa
O i-PRF, derivado do sangue do próprio paciente, vem sendo utilizado na estética com foco na estimulação de processos regenerativos da pele. Rico e...
10/04/2026 22h20
Por: Redação Fonte: Agência Dino

A busca por tratamentos estéticos mais naturais e duradouros impulsiona o desenvolvimento de técnicas baseadas na regeneração biológica. Nesse contexto, o i-PRF, sigla para fibrina rica em plaquetas injetável, tem sido utilizado como uma alternativa que emprega recursos do próprio organismo para estimular a qualidade da pele.

Obtido a partir do sangue do paciente, o i-PRF concentra plaquetas, leucócitos e fatores de crescimento, componentes envolvidos em processos de reparo tecidual. A proposta da técnica é atuar na estimulação de mecanismos fisiológicos, como a produção de colágeno e elastina, associados à manutenção da estrutura e função da pele.

Segundo o cirurgião-dentista Dr. Fabio Barros, especialista em harmonização orofacial, há uma mudança no direcionamento dos tratamentos estéticos. "Hoje, o foco não está apenas em corrigir sinais do envelhecimento, mas em estimular a pele a funcionar melhor. O i-PRF atua nesse sentido, promovendo uma renovação contínua e fisiológica", afirma.

De acordo com o especialista, o i-PRF utiliza componentes autólogos, enquanto outros ativos empregados na estética, como os peptídeos, atuam por meio de sinalização celular. "Esses compostos estão associados a respostas pontuais, enquanto o i-PRF fornece elementos biológicos envolvidos nos processos de regeneração, contribuindo para a renovação celular ao longo do tempo. Ele não apenas envia sinais, mas disponibiliza componentes que participam do processo de reparo tecidual", explica.

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Conforme estudos publicados na plataforma científica PubMed, concentrados plaquetários autólogos vêm sendo investigados por seu potencial de atuação em processos regenerativos, incluindo aplicações na dermatologia e na medicina estética.

Entre os efeitos associados ao uso do i-PRF estão a estimulação de colágeno, melhora da qualidade da pele e participação em protocolos combinados de tratamento. Por ser um material autólogo, apresenta compatibilidade biológica, uma vez que é derivado do próprio paciente.

Para o Dr. Fabio Barros, a procura por esse tipo de abordagem está relacionada ao perfil dos pacientes. "Existe uma busca crescente por naturalidade e segurança. Os pacientes procuram tratamentos que estejam alinhados à sua biologia e que apresentem evolução ao longo do tempo", destaca.

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Para o especialista, esse movimento representa uma mudança de abordagem. "A estética passa a priorizar processos de regeneração em vez de intervenções focadas apenas na correção visual", conclui.