Rio Grande do Sul Violência
Criança de 10 anos é morta a tiros e mãe e irmã ficam feridas
Crime brutal ocorreu durante a madrugada deste sábado, 21, quando criminosos invadiram uma casa.
21/02/2026 19h24
Por: Marcelo Dargelio
Morte brutal do menino Gedherson Moreira chocou a comunidade de Cristal - Foto: Stéfane Costa/RBSTV/Especial NB

Um crime brutal de homicídio chocou a cidade de Cristal, na região Sul do Estado, na madrugada deste sábado (21). Uma criança de 10 anos foi morta a tiros após criminosos armados invadirem a casa da família. O ataque também deixou a mãe e a irmã mais nova do menino feridas por disparos de arma de fogo.

Como ocorreu a invasão na Vila Formosa

De acordo com as autoridades, o ataque aconteceu por volta das 2h30 da madrugada em uma casa localizada no bairro Vila Formosa. O local apresentava sinais claros de arrombamento. Após invadirem a residência, os criminosos abriram fogo contra a família.

O número exato de atiradores que participaram da execução ainda é desconhecido e segue sob investigação. A ocorrência foi atendida inicialmente pela Brigada Militar. Na sequência, a área foi isolada para o trabalho da perícia técnica da Polícia Civil, que assumiu a investigação do caso.

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Vítimas do ataque a tiros foram identificadas

As vítimas da invasão de residência já foram oficialmente identificadas pelas autoridades. A vítima fatal é o menino Gedherson Dwayne Conter da Silva Moreira, de 10 anos. Ele foi atingido com um tiro na cabeça e chegou a ser socorrido em estado grave. A equipe médica realizou a transferência da criança para um hospital em Porto Alegre, mas, infelizmente, ele não resistiu aos ferimentos.

A mãe das crianças, Tatiane Conter da Silva, de 25 anos, também foi baleada durante o ataque e sofreu um disparo na coxa esquerda. Ela recebeu os primeiros socorros e foi encaminhada ao Hospital Nossa Senhora Aparecida (HNSA), no município de Camaquã.

A terceira vítima é a filha mais nova de Tatiane, Maria Thaylla da Silva Moreira, de apenas 6 anos. A menina foi atingida de raspão no pescoço e no braço. Ela recebeu atendimento médico e permanece sob observação.

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O registro do crime foi feito na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Camaquã, que agora conduz as investigações para identificar a autoria e a motivação dessa tragédia.