Economia Negócios
Inovação financeira se consolida como realidade em 2026
O crescimento dos bancos digitais acompanha a evolução do sistema financeiro e a demanda por soluções mais ágeis e acessíveis.
20/02/2026 11h45
Por: Redação Fonte: Agência Dino

A transformação digital no sistema financeiro brasileiro deixou de ser uma projeção futura e passou a integrar o cotidiano de milhões de usuários. Em 2026, a inovação financeira se consolida como realidade, impulsionada principalmente pelo avanço dos bancos digitais, que vêm simplificando processos, ampliando o acesso a serviços bancários e redefinindo a relação entre clientes e instituições financeiras. Esse cenário também marca a chegada de novos players ao mercado, como o lançamento do Rosevo Bank, que passa a integrar o ecossistema financeiro digital brasileiro neste ano.

A facilidade de abertura de contas é um dos principais vetores dessa mudança. Processos que antes exigiam presença física e longos prazos de análise passaram a ser realizados de forma totalmente digital. Inserido nesse movimento, o Rosevo Bank, lançado em 2026, acompanha a evolução do setor ao adotar fluxos mais simples e integrados. "Inovar no sistema financeiro não é criar atalhos, mas construir processos mais simples, responsáveis e bem estruturados, capazes de ampliar o acesso sem perder consistência", afirma Davi Marques Cordeiro.

O crescimento das contas digitais reflete um ambiente regulatório mais moderno. Dados do Banco Central do Brasil apontam avanço contínuo nesse modelo, impulsionado por iniciativas como o Pix e o open finance. Na visão de Davi Marques Cordeiro, à frente do Rosevo Bank, a modernização do sistema financeiro criou condições favoráveis para o surgimento de novos bancos digitais, especialmente aqueles que nascem já alinhados às demandas de um público cada vez mais conectado.

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Além da abertura de conta, os bancos digitais têm avançado na integração de serviços. Pagamentos, transferências e gestão financeira passaram a ser concentrados em plataformas únicas. Essa abordagem, adotada por diferentes instituições digitais, também orienta a estrutura do Rosevo Bank. Na avaliação de Davi Marques Cordeiro, a clareza dos processos é um fator decisivo para tornar a experiência financeira mais eficiente no dia a dia.

Bancos que operam em ambientes totalmente digitais têm ampliado os investimentos em tecnologias voltadas à proteção de dados e à prevenção de fraudes, acompanhando as melhores práticas do mercado. Entre essas soluções está a biometria facial com Liveness Detection, também conhecida como prova de vida, tecnologia que verifica se a autenticação está sendo realizada por uma pessoa real, presente diante da câmera, e não por imagens, vídeos criados por IA, deepfakes ou tentativas de falsificação.

De acordo com análise publicada pela Didit, especializada em soluções globais de verificação de identidade digital, o uso de mecanismos avançados de liveness detection tornou-se uma das principais camadas de proteção nos processos de KYC (Know Your Customer) no setor bancário brasileiro, justamente por elevar a capacidade de detecção de fraudes digitais cada vez mais sofisticadas.

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Esse tipo de recurso, adotado por instituições atentas à evolução tecnológica, como o Rosevo Bank, integra um conjunto de medidas alinhadas às diretrizes do Banco Central e à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), sendo considerado pelo CEO Davi Marques Cordeiro um elemento central para a construção de confiança no relacionamento com os usuários.

Estudos de consultorias especializadas, como Deloitte e PwC, apontam que os bancos digitais devem continuar como protagonistas da modernização do sistema financeiro. Para o CEO Davi Marques Cordeiro, "esse ambiente exige que novas instituições, como o Rosevo Bank, mantenham foco permanente em inovação, adaptação regulatória e eficiência operacional desde sua chegada ao mercado."

"Diante desse contexto, a inovação financeira em 2026 deixa de ser apenas uma tendência e passa a ser uma realidade consolidada. A digitalização dos serviços bancários, aliada à simplificação de processos, ao avanço tecnológico e à ampliação dos mecanismos de segurança, tem contribuído para a redefinição da forma como consumidores e empresas se relacionam com o sistema financeiro," avalia Davi Marques Cordeiro.