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Cibersegurança: velocidade, automação e escala são destaques
CTO da Brasiline Tecnologia traça panorama sobre o assunto e explica como o produto SOC 360 pretende atender à demanda por segurança cibernética da...
27/01/2026 14h15
Por: Redação Fonte: Agência Dino

Com o início de um novo ano, o ecossistema digital atinge um ponto de inflexão onde a cibersegurança se vê diante de um cenário global de ameaças compostas por uma fase industrializada do crime cibernético. Segundo o estudo mais recente do FortiGuard Labs, noticiado pela TI Inside, três vetores interdependentes definem a dinâmica de ataque e defesa em 2026: velocidade, automação e escala.

O artigo chama a atenção para o fato de que o setor enfrenta operações estruturadas e orientadas por métricas de eficiência e retorno financeiro, transformando invasões em processos de negócio lucrativos. Com o crime digital operando em larga escala, a capacidade de resposta humana isolada torna-se insuficiente, forçando a adoção de tecnologias de inteligência artificial (IA) que atuam em tempo real.

Na visão de Luiz Henrique Silveira, CTO da Brasiline Tecnologia, empresa especializada em soluções corporativas em TI, a cibersegurança em 2026 será guiada por três pilares: automação da resposta, uso intensivo de IA para detecção comportamental e segurança orientada a risco de negócio. "O foco deixa de ser volume de alertas e passa a ser tempo de resposta e impacto operacional", explica.

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Ele destaca que as ameaças digitais evoluíram de ataques sofisticados para ataques industrializados, altamente automatizados e rápidos. "Em 2026, o diferencial do atacante não é mais a técnica, mas a velocidade de execução entre a invasão e o dano ao negócio", afirma.

Segundo Silveira, os vetores de risco que mais preocupam grandes players do setor atualmente são identidades comprometidas, exploração de acessos privilegiados, ransomware direcionado e movimentos laterais silenciosos. "Ambientes híbridos e OT também ampliam significativamente a superfície de ataque", complementa.

Estratégia e governança: novo roteiro da resiliência corporativa

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Diante de um cenário marcado por vulnerabilidades técnicas e operacionais, a resposta das organizações deixa de ser apenas tecnológica para se tornar uma prioridade de gestão no topo da pirâmide corporativa.

Apesar disso, segundo 59% dos Chief Information Security Officers (CISOs) estadunidenses, as equipes de cibersegurança não são consultadas ou são buscadas "muito tarde" na tomada de decisões estratégicas, como mostra publicação da TI Inside.

Em consonância, uma notícia da Forbes destacou que líderes empresariais devem seguir um plano de ação com, ao menos, quatro medidas: Adotar defesa e simulação baseadas em IA; fortalecer governança de fornecedores e auditorias de seguro cibernético; investir em capacitação e cultura de segurança; e iniciar inventário e roteiro de criptografia pós-quântica (PQC).

De acordo com o CTO da Brasiline Tecnologia, a adoção de IA e machine learning também vem impactando a proteção de ambientes corporativos, pois permite identificar comportamentos anômalos em tempo real, reduzindo falsos positivos e acelerando decisões. "Na prática, isso significa resposta mais rápida, precisa e escalável, algo impossível com processos manuais", diz.

Brasiline lança solução para antecipar e responder a incidentes cibernéticos

Em um panorama em que a cibersegurança demanda a atenção das empresas do Brasil e do mundo, a Brasiline desenvolveu o SOC 360, produto que integra EDR, SIEM, SOAR, Threat Intelligence e resposta gerenciada 24x7. "Juntos, eles buscam garantir visibilidade completa, correlação inteligente de eventos e resposta automatizada a incidentes críticos", explica Silveira.

A solução é capaz de antecipar e responder a incidentes cibernéticos por meio de monitoramento contínuo, inteligência contextual e playbooks automatizados. "O SOC 360 tem capacidade de reduzir drasticamente o tempo entre detecção e contenção, transformando segurança em um ativo estratégico para o negócio", pontua.

Para o CTO da Brasiline Tecnologia, hoje, segurança não é mais sobre evitar incidentes a qualquer custo, mas sobre responder rápido, com controle e previsibilidade. "É isso que diferencia empresas resilientes das que sofrem impactos severos", avalia o especialista.

Para mais informações, basta acessar: soc.brasiline.com.br