Brasil Fatalidade
Ciclista gaúcho morre vítima de choque elétrico no litoral catarinense
Homem de 30 anos estava pedalando, quando foi atingido por um cabo energizado nesta sexta-feira, 23.
24/01/2026 12h12
Por: Marcelo Dargelio
Guilherme Arruda tinha 30 anos e foi vítima de uma fatalidade - Foto: Reprodução/Especial

O ciclista Guilherme Rauber Arruda, de 30 anos, natural de Santa Maria (RS), morreu na sexta-feira (23) após sofrer um choque elétrico enquanto pedalava por uma das principais vias de acesso à Praia da Joaquina, em Florianópolis. A tragédia ocorreu na Avenida Prefeito Acácio Garibaldi São Thiago, que liga a Lagoa da Conceição ao litoral leste da capital catarinense.

Segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, Guilherme seguia de bicicleta quando um fio energizado se soltou em razão do vento e caiu sobre ele, provocando a descarga elétrica.

Atendimento e confirmação do óbito

Guarda-vidas que atuam na região prestaram os primeiros socorros ainda no local. O helicóptero Arcanjo chegou a ser acionado para dar suporte ao atendimento de emergência. Equipes dos bombeiros realizaram manobras de reanimação, mas o ciclista não resistiu aos ferimentos, e o óbito foi confirmado ainda na via.

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A área foi isolada para os procedimentos de segurança e apuração das circunstâncias do acidente.

Campanha para traslado e despedida

Familiares de Guilherme Rauber Arruda organizaram uma vaquinha online para arrecadar recursos destinados ao translado do corpo, além de despesas com velório e sepultamento, que ocorrerão em Santa Maria, no Rio Grande do Sul.

A campanha busca arrecadar cerca de R$ 10 mil, valor necessário para viabilizar o transporte e garantir uma despedida considerada digna pela família. Em mensagem divulgada na arrecadação, os parentes descrevem Guilherme como filho, neto, primo, tio, pai e sobrinho muito amado, e pedem apoio para enfrentar o momento de luto. CLIQUE AQUI, caso queira ajudar. Até o fechamento dessa reportagem, tinham sido arrecadados R$ 1.335,00.

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Vivência em Florianópolis

Segundo os familiares, Guilherme morava em Florianópolis, mas mantinha laços familiares em Santa Maria, onde será sepultado. O caso reacende o alerta para riscos envolvendo fiação elétrica exposta, especialmente em dias de vento forte, em vias de grande circulação de ciclistas e pedestres.