Segurança Deu ruim
Força-tarefa prende mais de 10 suspeitos de violência contra mulheres
A ação tem como objetivo localizar e responsabilizar suspeitos de agressões, além de reforçar a proteção às vítimas em um contexto de preocupação crescente com os índices de violência contra a mulher no RS.
20/01/2026 11h58 Atualizada há 2 meses
Por: Marcelo Dargelio

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou, nesta terça-feira, 20 de janeiro, uma força-tarefa voltada ao combate à violência doméstica e familiar contra a mulher. A operação foi batizada de “Ano Novo, Vida Nova” e teve como foco o cumprimento de aproximadamente 50 mandados judiciais de prisão e de busca e apreensão em diversas regiões do Estado.

A ação tem como objetivo localizar e responsabilizar suspeitos de agressões, além de reforçar a proteção às vítimas em um contexto de preocupação crescente com os índices de violência contra a mulher no RS.

Porto Alegre teve 13 presos e armas apreendidas

Somente em Porto Alegre, até o início da manhã do dia 20, a operação resultou na prisão de 13 homens investigados por envolvimento em ocorrências de violência contra mulheres. Durante as diligências, também foram apreendidas armas, reforçando o caráter preventivo da força-tarefa e o risco associado aos casos investigados.

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De acordo com a Polícia Civil, as ordens judiciais cumpridas envolvem diferentes tipos de ocorrências, demonstrando a amplitude da operação e a atuação integrada das equipes.

Coletiva vai detalhar números e resultados

A Polícia Civil informou ainda que uma coletiva de imprensa está programada para a manhã desta quarta-feira (21), quando devem ser divulgados detalhes sobre a operação, incluindo o número total de prisões, apreensões e encaminhamentos realizados ao longo do período.

A força-tarefa integra um conjunto de medidas adotadas pela instituição para enfrentar os casos de agressão, ameaças e descumprimento de medidas protetivas no Estado. A expectativa é que a mobilização contribua para intensificar o enfrentamento à violência doméstica, ampliar a sensação de segurança das vítimas e reforçar o papel da denúncia como instrumento de proteção e responsabilização criminal.

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